escolhas:
dirigem a caminhada.
são envoltas no destino?
o livre-arbítrio transcende o destino?
o livre-arbítrio está incluso no destino?
destino existe?
livre-arbítrio existe?
escolhas existem.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
estética do minimalismo eletrônico
a toada mínima,
a toada constante,
às vezes surge um cacto...
mas surge em seu esplendor!
de resto, o deserto,
a areia, os seres rastejantes e o Sol.
a toada constante,
às vezes surge um cacto...
mas surge em seu esplendor!
de resto, o deserto,
a areia, os seres rastejantes e o Sol.
sábado, 6 de setembro de 2008
Tecnologia das fadas
Coletando gotas de orvalho e de luz, as fadas traslumidificam as moléculas dos vegetais e da terra para trazer vida e espírito para os seres de luz.
Com a capacidade lumidifiadora as fadas jorram energias vitais e sutis para todos os seres que elas abraçam transformando assim sua vida molecular e DNA para a capacidade abençoadora da natureza.
Como milhões de gotas de chuva, as gotas da lumidificação se entranham e entremeiam a existência em pontos radiantes e ramidificadores de prisma solar.
Elas são o berço do alento do espírito do ar, assim elas preparam todos os espíritos para o nascimento sua jornada e destino, além da terra fértil material, para outros pontos mais sutis da existência.
A pureza plenificadora, outra de suas tecnologias, puriplenifixa todos os seres em luz eterna de amor, paz e liberdade e sentido na realidade que abarca tudo e é sem leis, mas com propósitos. Como jorros de baixo para cima e cascatóide de força azul e branca em meios claros e densos da natureza existencial.
A realização etérea, realizeteriza todos os seres desde seu principio até sua passagem para outro plano de realidade, onde os sonhos se tornam reais. De maneira a adequar a existência de antes e depois, e de depois e antes, como fontes dos pandrões de luzes cores sons imagens formas complexidades e simplicidades, tudo, as capacidades de cada existência.
Nos sonhos mais profundos as fadas ensinam os seres iluminados a dançarem no tempo, pois este é se processo ritual, e a voarem livres no vento, por esta ser a qualidade de sua beleza rara rica natureza.
Elas cantam, por este ser seu poder de amor, aos onironautas à irem para seus sonhos mais livres.
Sua natureza é plena tranqüila dócil e gentil, de maneira que somente os abençoados de espíritos podem ver sua face agraciando a todos os sentidos dos homens e anjos, agindo em conjunto na explanação da terra.
As gotas de luz caminham e permeiam tudo.
Tenta-se explicar a existência. Mas tudo são só palavras.
Com a capacidade lumidifiadora as fadas jorram energias vitais e sutis para todos os seres que elas abraçam transformando assim sua vida molecular e DNA para a capacidade abençoadora da natureza.
Como milhões de gotas de chuva, as gotas da lumidificação se entranham e entremeiam a existência em pontos radiantes e ramidificadores de prisma solar.
Elas são o berço do alento do espírito do ar, assim elas preparam todos os espíritos para o nascimento sua jornada e destino, além da terra fértil material, para outros pontos mais sutis da existência.
A pureza plenificadora, outra de suas tecnologias, puriplenifixa todos os seres em luz eterna de amor, paz e liberdade e sentido na realidade que abarca tudo e é sem leis, mas com propósitos. Como jorros de baixo para cima e cascatóide de força azul e branca em meios claros e densos da natureza existencial.
A realização etérea, realizeteriza todos os seres desde seu principio até sua passagem para outro plano de realidade, onde os sonhos se tornam reais. De maneira a adequar a existência de antes e depois, e de depois e antes, como fontes dos pandrões de luzes cores sons imagens formas complexidades e simplicidades, tudo, as capacidades de cada existência.
Nos sonhos mais profundos as fadas ensinam os seres iluminados a dançarem no tempo, pois este é se processo ritual, e a voarem livres no vento, por esta ser a qualidade de sua beleza rara rica natureza.
Elas cantam, por este ser seu poder de amor, aos onironautas à irem para seus sonhos mais livres.
Sua natureza é plena tranqüila dócil e gentil, de maneira que somente os abençoados de espíritos podem ver sua face agraciando a todos os sentidos dos homens e anjos, agindo em conjunto na explanação da terra.
As gotas de luz caminham e permeiam tudo.
Tenta-se explicar a existência. Mas tudo são só palavras.
Embasado em pano de fundo falso
Quando nos defrontamos com desavenças internas, nos nosso atos-pensamentos-sentimentos que podem se se apresentar como desavenças externas estamos nos defrontando com nossa percepção do mundo.
O que importa é como lidamos com as desavenças e com as avenças.
Como naufrago que iça velas de vento na miragem, o pano de fundo da paranóia só tem uma escapatória. O surto explosivo implosivo e destrutivo de si e das relações.
Destruir a si mesmo nessas horas é melhor do que destruir os outros.
Delírios e desavenças todos têm. O lance de dados da sorte, do destino e da escolha, não pode ficar ao léu da fortuna do descontrole de si mesmo.
O fato é que deturpações sentimentais estão presentes, e elas nos causam aflições medos temores tremores e insanidades de negatividade no corpo e na alma. Elas estam na verdade nas raízes do que é ser humano, com toda sua capacidade de ter o escuro dos olhos de dentro em si mesmo.
*
Embasado em pano de fundo falso
O negro da nóia de si mesmo
na percepção falha
da mentira da intuição range
os dentes e os olhos cerrados no escuro
*
A percepção de si e dos outros, portanto têm duas facetas, a sagaz, perspicaz e a falsa, incerta. Pelo fato de jogarem com as incertezas humanas e a propriedade da escolha, as possibilidades infinitas, temes-se pelo engano e o erro das ações.
O fato é que a circunferência de qualidades e defeitos, com seu hemisfério voltado para cima em qualidades e para baixo em defeitos tem seus pólos opostos e relacionados entre si, há as características do todo humano, e cada um tem o seu próprio, sendo que em seu centro está a humanidade completa.
No hemisfério inferior, o que estamos tratando aqui, há as relações ponto a ponto como se um defeito desse suporte ao outro, ou se equilibrasse no outro, ou pendesse ao outro.
Assim aparecem todas as características inferiores, que Jung chamou de sombra.
As relações do hemisfério inferior com o superior é de suplantação, compensação e cooperação ou conflito.
*
Embasado em pano de fundo falso, afundado nas trevas inferiores da existência, quando a resistência cessa, acaba-se a paciência, implo-se-explode e se reverbera a cadência do desastre da veemência de si mesmo.
*
De muitos jeitos se tentou explicar esse pano de fundo falso oco repetitivo chato e terrível que todos temos por dentro, não é um fato religioso, não é um fato imaterial, não é um fato de uma bad trip psicodélica, é uma questão psíquica, existencial.
Acontece com todos, por mais que seja um engano, reverbera em todas as mentes por mais que saibamos de suas inutilidades, tenta tomar, domar, esconder a consciência num fato horrendo do futuro, do passado ou do presente.
Mas por encararmos dessa maneira e por temos tantas possibilidades na cabeça é que conseguimos superar estas fronteiras escuras da realidade interior e joga-las para longe de si. Com o brilhantismo interior na força de sua luz seus prisma e sua reflexão que liberta todas as maneiras deturpadas em translúcidas clamadas calmas de si mesmo.
O que importa é como lidamos com as desavenças e com as avenças.
Como naufrago que iça velas de vento na miragem, o pano de fundo da paranóia só tem uma escapatória. O surto explosivo implosivo e destrutivo de si e das relações.
Destruir a si mesmo nessas horas é melhor do que destruir os outros.
Delírios e desavenças todos têm. O lance de dados da sorte, do destino e da escolha, não pode ficar ao léu da fortuna do descontrole de si mesmo.
O fato é que deturpações sentimentais estão presentes, e elas nos causam aflições medos temores tremores e insanidades de negatividade no corpo e na alma. Elas estam na verdade nas raízes do que é ser humano, com toda sua capacidade de ter o escuro dos olhos de dentro em si mesmo.
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Embasado em pano de fundo falso
O negro da nóia de si mesmo
na percepção falha
da mentira da intuição range
os dentes e os olhos cerrados no escuro
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A percepção de si e dos outros, portanto têm duas facetas, a sagaz, perspicaz e a falsa, incerta. Pelo fato de jogarem com as incertezas humanas e a propriedade da escolha, as possibilidades infinitas, temes-se pelo engano e o erro das ações.
O fato é que a circunferência de qualidades e defeitos, com seu hemisfério voltado para cima em qualidades e para baixo em defeitos tem seus pólos opostos e relacionados entre si, há as características do todo humano, e cada um tem o seu próprio, sendo que em seu centro está a humanidade completa.
No hemisfério inferior, o que estamos tratando aqui, há as relações ponto a ponto como se um defeito desse suporte ao outro, ou se equilibrasse no outro, ou pendesse ao outro.
Assim aparecem todas as características inferiores, que Jung chamou de sombra.
As relações do hemisfério inferior com o superior é de suplantação, compensação e cooperação ou conflito.
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Embasado em pano de fundo falso, afundado nas trevas inferiores da existência, quando a resistência cessa, acaba-se a paciência, implo-se-explode e se reverbera a cadência do desastre da veemência de si mesmo.
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De muitos jeitos se tentou explicar esse pano de fundo falso oco repetitivo chato e terrível que todos temos por dentro, não é um fato religioso, não é um fato imaterial, não é um fato de uma bad trip psicodélica, é uma questão psíquica, existencial.
Acontece com todos, por mais que seja um engano, reverbera em todas as mentes por mais que saibamos de suas inutilidades, tenta tomar, domar, esconder a consciência num fato horrendo do futuro, do passado ou do presente.
Mas por encararmos dessa maneira e por temos tantas possibilidades na cabeça é que conseguimos superar estas fronteiras escuras da realidade interior e joga-las para longe de si. Com o brilhantismo interior na força de sua luz seus prisma e sua reflexão que liberta todas as maneiras deturpadas em translúcidas clamadas calmas de si mesmo.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
vias abertas
camelôs
função social de compra e venda de produtos baratos em estruturas móveis de baixo custo
estão no centro de todas as grandes cidades
são os empreendores de baixo capital, aqueles que se viram para dar certo
arranjam o que vender, na variedade de coisas miúdas que todo mundo precisa. lucram na quantidade de vendas.
são exemplo de autonomia e empreendedorismo, do velho novo.
são um dos pólos de embate no centro da cidade entre o capital e o trabalho
embates do centro: moradores de rua; movimentos por moradia; comércio ambulante .
três manifestações claras e evidentes da disputa K x Trabalho.
fora da ordem, desordem e os meios de pô-los em ordem.
função social de compra e venda de produtos baratos em estruturas móveis de baixo custo
estão no centro de todas as grandes cidades
são os empreendores de baixo capital, aqueles que se viram para dar certo
arranjam o que vender, na variedade de coisas miúdas que todo mundo precisa. lucram na quantidade de vendas.
são exemplo de autonomia e empreendedorismo, do velho novo.
são um dos pólos de embate no centro da cidade entre o capital e o trabalho
embates do centro: moradores de rua; movimentos por moradia; comércio ambulante .
três manifestações claras e evidentes da disputa K x Trabalho.
fora da ordem, desordem e os meios de pô-los em ordem.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
falar junto
essa articulação das idéias entrelançadas - linhas cruzadas de interlocutores próximos e distantes - possibilidade de se espraiar - conseguinte - leiam as palavras e palavreiem por cima delas - que o q liga aqui é falar junto, flanar em cima e adinte e por detrás - pouco a muito essas palavras vão tecendo seus efeitos, suas avalanches - salve a todos e axé
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Laicos na vontade do ser Deus
Os deuses povoam a terra. Continuam sua onipresença, em variadas manifestações. Motivam os homens: a serem cada vez mais homens ou cada vez mais divinos.
Divino que lembra a finitude humana - que morre, caga, tem sucesso, procria. E o infinito, o para-além de nós, o intocável. Humanos, animais e deuses se alinham para expressar a vida, marcar suas existências nas substâncias possíveis.
Deus e seus servos, brigam a querela de ser um servidor ou desafiador. Abraão, Jesus, Maomé, Buda são essas experiências de Deus na terra, ou dos homens na constelação divina, dos homens capazes de virarem Deus e Desse tornar-se homem. Inteligibilidade para todos nós que partilhamos dessa condição humana, conhecerem, através destes seres, o divino.
E esse momento, uma obtusa bifurcação – nossa vontade do ser Deus, nossa vontade do ser humano. Imanente desejo que espelha nossa existência.
Dois termos: o divino e o natural.
Dois termos: o homem e Deus.
Divino que lembra a finitude humana - que morre, caga, tem sucesso, procria. E o infinito, o para-além de nós, o intocável. Humanos, animais e deuses se alinham para expressar a vida, marcar suas existências nas substâncias possíveis.
Deus e seus servos, brigam a querela de ser um servidor ou desafiador. Abraão, Jesus, Maomé, Buda são essas experiências de Deus na terra, ou dos homens na constelação divina, dos homens capazes de virarem Deus e Desse tornar-se homem. Inteligibilidade para todos nós que partilhamos dessa condição humana, conhecerem, através destes seres, o divino.
E esse momento, uma obtusa bifurcação – nossa vontade do ser Deus, nossa vontade do ser humano. Imanente desejo que espelha nossa existência.
Dois termos: o divino e o natural.
Dois termos: o homem e Deus.
domingo, 17 de agosto de 2008
Estética da Avalanche
Ímpeto agudo grave, impulso de mudança, uma vontade latejante que pulsa e entorna todos desejos e maneiras de se realizar. Fazer de tudo, tudo de uma vez só, abarcar tudo com a força de um pensamento, um sentimento, uma intuição correta. um beijo suave numa flor muito linda , em toque perfeito, em um carinho, um sorriso.
Realizar o amor integro e integral com as palavras com os gestos, com o olhar.
Mudar tudo com a vontade do olhar e da perspectiva, fazer as pessoas sorrirem, conseguir alterar o próprio humor com uma frase, um argumento, ser o alterar-se bruscamente de maneira positiva. Sem esses dispêndios, compêndios do tempo, esses ciclos ininterruptos essa maneira de somente se alimentar internamente com a necessidade do tempo e se acomodar com as idéias novas as velhas e mudar aos pouquinhos.
Um só pensamento basta para mudar a perspectiva, uma vibração só é necessária para que se altere a ordem do tempo!
Contra os movimentos que desalentam como maneiras de ver e estar não necessárias, somente a Avalanche, a desconstrução, a resignificação, um movimento argumentativo uma vibração, um pensamento, um raciocínio, uma intuição, uma revolta, uma bela imagem, uma metáfora, um foda-se, um whatever, já pode em si mudar todo o curso de desventura.
Para que ficar com movimentos toscos de insegurança, desconfiança e mentir para si mesmo se se pode ver o que está implícito explícito no olhar? Para que ficar em movimentos lentos se se pode ser Avalanche? Para que não se mudar com a força de um argumento que pega o cerne e a raiz do problema e demonstra, mostra, prova, comprova, tudo o que se pode ser.... melhor!
A Avalanche é um movimento brusco, ou uma sutileza, uma suavidade ou uma selvageria, uma força primal que destrói constrói e muda tudo, uma maneira de ser e estar que complementa e abraça tudo, com sua força densa de neve e branca e água e gelo que muda toda a configuração preestabelecida.
De todas as formações que vi Avalanche é a maior força, o poder em si, abarca e completa tudo com o abraço sutil da natureza selvagem e indomável, transformadora, realizadora, integradora, amável e Mudança. O poder e vontade do Devir em si mesmo.
Mas infelizmente há um problema, nem tudo é como a Avalanche, há a Maré de algum momento de se ajustar, a sedimentação, a alimentação, o trazer-se fragmentos de areia, e fazer aos poucos o que não se pode (será mesmo?) fazer aos muitos. A leveza e a delicadeza de ir-se aos pouquinhos, o acalentar-se de Marola que possoui outras manifestações temporais e internas como ir se fazendo e entornando-se de leve até que chegue ao eterno interno, como a boaventura pode ser, tranqüila, amável e completa..... plena e repleta de paz, no recanto ameno que todos devem vive dentro de si. E este Avalanche autor não vê a muito.
Que revolta a avalanche sente em ter de ser Maré, o ímpeto sem poder movimento interropido vontade sem força e plenitude de brainstorm relacional sem ter a força toda que se é, mas para isso “Avalanche e Marolinha”. Um casal perfeito.
Quando houver necessidade de ser marola também utilizar o poder da Avalache para aumentar sua velocidade e sua completude, para os momentos de Avalanche utilizar também a doçura da marola e a calma e perseverança da Marola para se ter a certeza da mudança pois ela vem e ajusta tudo (!!!), até a raiva e revolta da Avalanche e a possibilidade de passividade e tranqüilidade onde pode não estar da Marola.
Assim as neves do Kilimanjaro vem de seu cume deságuam em lagos e rios dá no Nilo e vai ao mar, como um casamento perfeito das naturezas, e da natureza, agente encontra a perfeição na união dos opostos complementares, e fazem a alimentação, alimento e alimentado das diversas possibilidades em realidade palpável.
Agora juntos se tornam um como a chuva, que pode ser hora forte e toró ou fraca e apaziguadora mas sempre com a mesma beleza e força total da fertilidade da natureza!
Realizar o amor integro e integral com as palavras com os gestos, com o olhar.
Mudar tudo com a vontade do olhar e da perspectiva, fazer as pessoas sorrirem, conseguir alterar o próprio humor com uma frase, um argumento, ser o alterar-se bruscamente de maneira positiva. Sem esses dispêndios, compêndios do tempo, esses ciclos ininterruptos essa maneira de somente se alimentar internamente com a necessidade do tempo e se acomodar com as idéias novas as velhas e mudar aos pouquinhos.
Um só pensamento basta para mudar a perspectiva, uma vibração só é necessária para que se altere a ordem do tempo!
Contra os movimentos que desalentam como maneiras de ver e estar não necessárias, somente a Avalanche, a desconstrução, a resignificação, um movimento argumentativo uma vibração, um pensamento, um raciocínio, uma intuição, uma revolta, uma bela imagem, uma metáfora, um foda-se, um whatever, já pode em si mudar todo o curso de desventura.
Para que ficar com movimentos toscos de insegurança, desconfiança e mentir para si mesmo se se pode ver o que está implícito explícito no olhar? Para que ficar em movimentos lentos se se pode ser Avalanche? Para que não se mudar com a força de um argumento que pega o cerne e a raiz do problema e demonstra, mostra, prova, comprova, tudo o que se pode ser.... melhor!
A Avalanche é um movimento brusco, ou uma sutileza, uma suavidade ou uma selvageria, uma força primal que destrói constrói e muda tudo, uma maneira de ser e estar que complementa e abraça tudo, com sua força densa de neve e branca e água e gelo que muda toda a configuração preestabelecida.
De todas as formações que vi Avalanche é a maior força, o poder em si, abarca e completa tudo com o abraço sutil da natureza selvagem e indomável, transformadora, realizadora, integradora, amável e Mudança. O poder e vontade do Devir em si mesmo.
Mas infelizmente há um problema, nem tudo é como a Avalanche, há a Maré de algum momento de se ajustar, a sedimentação, a alimentação, o trazer-se fragmentos de areia, e fazer aos poucos o que não se pode (será mesmo?) fazer aos muitos. A leveza e a delicadeza de ir-se aos pouquinhos, o acalentar-se de Marola que possoui outras manifestações temporais e internas como ir se fazendo e entornando-se de leve até que chegue ao eterno interno, como a boaventura pode ser, tranqüila, amável e completa..... plena e repleta de paz, no recanto ameno que todos devem vive dentro de si. E este Avalanche autor não vê a muito.
Que revolta a avalanche sente em ter de ser Maré, o ímpeto sem poder movimento interropido vontade sem força e plenitude de brainstorm relacional sem ter a força toda que se é, mas para isso “Avalanche e Marolinha”. Um casal perfeito.
Quando houver necessidade de ser marola também utilizar o poder da Avalache para aumentar sua velocidade e sua completude, para os momentos de Avalanche utilizar também a doçura da marola e a calma e perseverança da Marola para se ter a certeza da mudança pois ela vem e ajusta tudo (!!!), até a raiva e revolta da Avalanche e a possibilidade de passividade e tranqüilidade onde pode não estar da Marola.
Assim as neves do Kilimanjaro vem de seu cume deságuam em lagos e rios dá no Nilo e vai ao mar, como um casamento perfeito das naturezas, e da natureza, agente encontra a perfeição na união dos opostos complementares, e fazem a alimentação, alimento e alimentado das diversas possibilidades em realidade palpável.
Agora juntos se tornam um como a chuva, que pode ser hora forte e toró ou fraca e apaziguadora mas sempre com a mesma beleza e força total da fertilidade da natureza!
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