sexta-feira, 1 de maio de 2009

liberdade

A sociedade ocidental, num ímpeto de libertação, poderia viver relações poligâmicas ou libertárias? O ciúme é algo intrínseco a nossa vivência aqui no ocidente? Espero respostas...

2 comentários:

rafael fittipaldi disse...

Ainda tem muita gente acuada na trincheira de Woodstock. Mas acho que estamos caminhando rumo a uma androgenia que pode ser saudável. Por outro lado, as relações parecem tender ao narcisismo, à infantilidade e à lógica do consumo quando o sexo se torna algo banal e sem valor. A nossa cultura incentiva o individualismo extremo e a subjetivação neurótica nas pessoas. Se pudéssemos ressignificar o indivíduo, todas as outras áreas da vida seriam conseqüentemente ressignificadas. Há três vias para acabar com o ciúme, no meu entender (considerando a poligamia ou os relacionamentos abertos e sinceros como regra): não amar, amar a todos ou compreender o prazer do outro e amá-lo. Nessa hipótese, eu fico com a última alternativa por ser a única de fato digna.

OLMIRO BRAVO disse...

'Conhece-te a ti mesmo' é o ponto de partida. O que mais vi e vivi até hoje foram relações entre seres humanos que mal se dispuseram a enxergar, sentir, escutar o ser que habita em si. O amor começa de dentro para fora?